O DIREITO É PROPRIEDADE DO CIDADÃO, A JUSTIÇA É O RESULTADO DA SUA LUTA. JAMAIS DESISTA.
DIREITO À VIDA
domingo, 14 de maio de 2017
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Hilary ou Trummp- Quem vencerá nos E.U.A
Entenda como funciona a eleição presidencial
norte-americana:
1 - Em
2016, de fevereiro a junho, partidos Democrata e Republicano realizam prévias
entre pré-candidatos em cada estado. O Partido Republicano (mais
conservador) e o Partido Democrata (com ideologia liberal) convivem
em rivalidade centenária. Os Estados Unidos têm vários partidos políticos, mas
apenas esses dois têm chances reais para elegerem um presidente.
2 - Na
temporada de prévias dos dois partidos, os eleitores de cada um dos 50 estados
americanos e alguns territórios escolhem delegados partidários, que prometem
apoiar determinado pré-candidato. São esses delegados eleitos que irão
participar da convenção nacional de cada partido, na qual o candidato
presidenciável é oficialmente escolhido.
3 - As
prévias podem ocorrer por meio de primárias ou caucus, o que varia de acordo
com o partido e também com a lei de cada estado.
4 -
Quando a opção é pelo caucus, a escolha dos delegados é feita em reuniões
políticas realizadas em residências ou prédios públicos, nas quais os eleitores
debatem sobre seus candidatos e temas eleitorais. O resultado elege os
representantes dos distritos que, posteriormente, se encontram para decidir os
representantes do condado. Esses, em nova etapa, escolhem os delegados do
estado.
5 - Nas
primárias o processo é mais simples. A votação segue o formato tradicional, no
qual os eleitores votam em seu candidato por meio de cédulas. O pré-candidato
que vencer a primária ganha os delegados daquele estado.
As prévias
podem optar pela modalidade fechada (apenas os eleitores registrados
no partido votam) ou aberta (qualquer eleitor pode votar no
pré-candidato). Alguns estados adotam um sistema misto.
6 - Iowa
e New Hampshire são os primeiros estados a votar nas prévias. O estado que
indica o maior número de delegados é a Califórnia. Lá acontece uma
das últimas primárias, em 7 de junho.
7 - Após
as prévias, cada partido oficializa o seu candidato em uma convenção nacional,
em julho, quando os delegados selecionados votam no nome escolhido pelos
eleitores de seus estados. A convenção nacional também costuma ser a ocasião em
que o indicado oficial do partido escolhe o vice de sua chapa.
8 - A
partir da oficialização, o candidato democrata e o republicano reforçam o
investimento em propaganda, fazem campanhas nos estados e se enfrentam em
debates.
9 - A
população vota para presidente em 8 de novembro. O voto não é obrigatório.
10 - O
candidato vencedor do voto popular em cada Estado tem direito a receber os
votos do colégio eleitoral daquele estado. Os votos a que um estado tem direito
variam conforme o tamanho da sua população. Essa dinâmica permite se tornar
presidente mesmo sem ter a maioria nas urnas. São raros os estados
que dividem os representantes do Colégio Eleitoral na proporção de votos que
cada candidato obteve.
11 -
Estados que mudam de preferência a cada eleição, chamados "swing
states", estados-pêndulos ou estados decisivos, são os maiores focos de
interesse dos presidenciáveis. São aqueles em que nenhum dos dois partidos
possui uma maioria clara na preferência dos eleitores.
12 - Para
vencer é preciso ter 270 dos 538 votos no Colégio Eleitoral
13 - Se
nenhum candidato conseguir o número de votos no Colégio Eleitoral necessário
para ser eleito Presidente, a Câmara de Representantes decide quem será o novo
líder governamental dos EUA.
14 - A
posse presidencial ocorre em 20 de janeiro de 2017.
Fonte: EBC-Noticias
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
ELEIÇÕES 2016 - SEGUNDO TURNO
Eleições 2016.
A eleição em Porto Alegre terá segundo turno na eleição para
prefeito. Os candidatos Nelson Marchezan Jr.(PSDB) e Sebastião Mello(PMDB)
estarão na disputado a prefeitura.
Prestemos muita atenção no que eles prometem e qual deles tem condições de
efetuar suas promessas.
“O QUE FOI PROMETIDO DEVERÁ SER CUMPRIDO”
Este deveria ser o lema de todos os eleitores brasileiros,
quando partimos para uma nova eleição, sempre ouvimos dizer que, devemos cobrar dos
nossos candidatos o cumprimento das promessas de campanha, mas passado algum tempo
o povo se esquece delas e até mesmo em quem votou, e o candidato sabe e aposta
nisso, tanto que na sua maioria muda o discurso logo após assumir o poder.
Não podemos culpar somente a classe política, por tudo vem ocorrendo
em nosso país, pois temos grande parte da culpa, por escolher errado e não
exercer o poder de cobrar as medidas prometidas. Agora no segundo turno fica
mais fácil de ouvir e interpretar o que eles prometem e prestar muita atenção
para cobrar muito, não dar refresco Político não pode ter vida fácil, deve
prestar contas a população, e cabe a nós eleitores cobrar deles.
Sergio Amaro
Acadêmico de Direito
terça-feira, 13 de setembro de 2016
ILB Senado Federal
Acesse: Portal do Senado Federal
INSTITUTO LEGISLATIVO BRASILEIRO (ILB)
Escola de Governo do Senado Federal
Cursos abertos e sem custo com certificado para
a comunidade legislativa e cidadãos.
Cursos que podem auxiliar em suas atividades complementares na
Instituição de Ensino Superior
O Sucesso na Advocacia
O Cliente
quer Valor, e não Preço.
Manual do Advogado de Sucesso
É preciso distinguir preço de
valor e saber interpretar aquilo que o cliente procura. Você vai descobrir que
a estratégia de preços baixos não é melhor caminho.
Baixar o
preço para aumentar a clientela e não perder mercado para a concorrência não é
uma receita que significa sucesso. É preciso saber até onde o preço é um fator
determinante para o cliente. O mais
certo é que a prática de preços baixos é a estratégia dos desesperados, usada
por quem não tem mais nada para oferecer. A idéia de concorrer no mercado por
meio de menores preços pode levar muitos escritórios a fechar as portas.
A estratégia falha porque, além de preços, existem outras coisas que o cliente quer e está disposto a pagar.
Existem duas tendências indiscutíveis no mercado, que são um padrão de qualidade de serviços cada vez maior e um preço cada vez mais compatível. Quem não se antecipar ficará as margens do mercado. À medida que o mercado fica mais competitivo e o cliente mais consciente, maior será a pressão por um melhor serviço (qualidade) a um preço mais adaptado à realidade. O importante é saber qual a prioridade do cliente, o fator decisivo na hora da contratação, preço ou qualidade?
A resposta não descarta nenhum dos fatores, mas envolve ambos. O cliente de hoje busca VALOR.
O valor é resultado direto da relação entre qualidade e preço. A decisão do cliente é baseada numa análise de valor, tenha ele consciência disso ou não. E quando se avalia o valor, leva-se em consideração a qualidade do serviço e o preço cobrado por ele. O aspecto da qualidade será avaliado, para uma primeira contratação, levando-se em consideração a recepção deste novo cliente, o ambiente em que se encontra e o nível de atenção que lhe é despendido. Em um segundo momento, o que vai importar é o atendimento recebido durante a essa demanda, seja pela manutenção da atenção inicial, pelo fornecimento satisfatório de informações e pelo tempo que lhe tenha sido direcionado.
Ninguém, por mais carente que seja de atributos para julgamento, deixa de decidir pela melhor opção para si próprio, sendo esta aquela de maior valor. É isso que todos fazem, nem sempre da maneira mais correta, mas da melhor do ponto de vista de quem está decidindo.
No final, todos sempre buscam decidir pelo serviço que tenha um maior valor agregado.
Essa idéia de argumentar e vender “valor” exige do profissional uma nova competência: fazer com que o cliente possa enxergar o “valor” em seus serviços. O Cliente está disposto a pagar mais caro por um produto ou serviço, desde que reconheça um maior valor agregado. Aqui reside uma fantástica oportunidade para bons profissionais que vendem seus serviços.
Vender valor é um desafio para bons escritórios, aqueles que não ficam paralisados diante de um simples argumento de menor preço.
Dessa forma, antes de vender “preço”, experimente vender “valor”. Preço qualquer um pode vender, mas valor não. Para vender valor, é necessário estar preparado e conhecer as necessidades do cliente.
A estratégia falha porque, além de preços, existem outras coisas que o cliente quer e está disposto a pagar.
Existem duas tendências indiscutíveis no mercado, que são um padrão de qualidade de serviços cada vez maior e um preço cada vez mais compatível. Quem não se antecipar ficará as margens do mercado. À medida que o mercado fica mais competitivo e o cliente mais consciente, maior será a pressão por um melhor serviço (qualidade) a um preço mais adaptado à realidade. O importante é saber qual a prioridade do cliente, o fator decisivo na hora da contratação, preço ou qualidade?
A resposta não descarta nenhum dos fatores, mas envolve ambos. O cliente de hoje busca VALOR.
O valor é resultado direto da relação entre qualidade e preço. A decisão do cliente é baseada numa análise de valor, tenha ele consciência disso ou não. E quando se avalia o valor, leva-se em consideração a qualidade do serviço e o preço cobrado por ele. O aspecto da qualidade será avaliado, para uma primeira contratação, levando-se em consideração a recepção deste novo cliente, o ambiente em que se encontra e o nível de atenção que lhe é despendido. Em um segundo momento, o que vai importar é o atendimento recebido durante a essa demanda, seja pela manutenção da atenção inicial, pelo fornecimento satisfatório de informações e pelo tempo que lhe tenha sido direcionado.
Ninguém, por mais carente que seja de atributos para julgamento, deixa de decidir pela melhor opção para si próprio, sendo esta aquela de maior valor. É isso que todos fazem, nem sempre da maneira mais correta, mas da melhor do ponto de vista de quem está decidindo.
No final, todos sempre buscam decidir pelo serviço que tenha um maior valor agregado.
Essa idéia de argumentar e vender “valor” exige do profissional uma nova competência: fazer com que o cliente possa enxergar o “valor” em seus serviços. O Cliente está disposto a pagar mais caro por um produto ou serviço, desde que reconheça um maior valor agregado. Aqui reside uma fantástica oportunidade para bons profissionais que vendem seus serviços.
Vender valor é um desafio para bons escritórios, aqueles que não ficam paralisados diante de um simples argumento de menor preço.
Dessa forma, antes de vender “preço”, experimente vender “valor”. Preço qualquer um pode vender, mas valor não. Para vender valor, é necessário estar preparado e conhecer as necessidades do cliente.
Fonte: Site Central Jurídica
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