O DIREITO É PROPRIEDADE DO CIDADÃO, A JUSTIÇA É O RESULTADO DA SUA LUTA. JAMAIS DESISTA.
DIREITO À VIDA
segunda-feira, 30 de outubro de 2017
domingo, 14 de maio de 2017
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Hilary ou Trummp- Quem vencerá nos E.U.A
Entenda como funciona a eleição presidencial
norte-americana:
1 - Em
2016, de fevereiro a junho, partidos Democrata e Republicano realizam prévias
entre pré-candidatos em cada estado. O Partido Republicano (mais
conservador) e o Partido Democrata (com ideologia liberal) convivem
em rivalidade centenária. Os Estados Unidos têm vários partidos políticos, mas
apenas esses dois têm chances reais para elegerem um presidente.
2 - Na
temporada de prévias dos dois partidos, os eleitores de cada um dos 50 estados
americanos e alguns territórios escolhem delegados partidários, que prometem
apoiar determinado pré-candidato. São esses delegados eleitos que irão
participar da convenção nacional de cada partido, na qual o candidato
presidenciável é oficialmente escolhido.
3 - As
prévias podem ocorrer por meio de primárias ou caucus, o que varia de acordo
com o partido e também com a lei de cada estado.
4 -
Quando a opção é pelo caucus, a escolha dos delegados é feita em reuniões
políticas realizadas em residências ou prédios públicos, nas quais os eleitores
debatem sobre seus candidatos e temas eleitorais. O resultado elege os
representantes dos distritos que, posteriormente, se encontram para decidir os
representantes do condado. Esses, em nova etapa, escolhem os delegados do
estado.
5 - Nas
primárias o processo é mais simples. A votação segue o formato tradicional, no
qual os eleitores votam em seu candidato por meio de cédulas. O pré-candidato
que vencer a primária ganha os delegados daquele estado.
As prévias
podem optar pela modalidade fechada (apenas os eleitores registrados
no partido votam) ou aberta (qualquer eleitor pode votar no
pré-candidato). Alguns estados adotam um sistema misto.
6 - Iowa
e New Hampshire são os primeiros estados a votar nas prévias. O estado que
indica o maior número de delegados é a Califórnia. Lá acontece uma
das últimas primárias, em 7 de junho.
7 - Após
as prévias, cada partido oficializa o seu candidato em uma convenção nacional,
em julho, quando os delegados selecionados votam no nome escolhido pelos
eleitores de seus estados. A convenção nacional também costuma ser a ocasião em
que o indicado oficial do partido escolhe o vice de sua chapa.
8 - A
partir da oficialização, o candidato democrata e o republicano reforçam o
investimento em propaganda, fazem campanhas nos estados e se enfrentam em
debates.
9 - A
população vota para presidente em 8 de novembro. O voto não é obrigatório.
10 - O
candidato vencedor do voto popular em cada Estado tem direito a receber os
votos do colégio eleitoral daquele estado. Os votos a que um estado tem direito
variam conforme o tamanho da sua população. Essa dinâmica permite se tornar
presidente mesmo sem ter a maioria nas urnas. São raros os estados
que dividem os representantes do Colégio Eleitoral na proporção de votos que
cada candidato obteve.
11 -
Estados que mudam de preferência a cada eleição, chamados "swing
states", estados-pêndulos ou estados decisivos, são os maiores focos de
interesse dos presidenciáveis. São aqueles em que nenhum dos dois partidos
possui uma maioria clara na preferência dos eleitores.
12 - Para
vencer é preciso ter 270 dos 538 votos no Colégio Eleitoral
13 - Se
nenhum candidato conseguir o número de votos no Colégio Eleitoral necessário
para ser eleito Presidente, a Câmara de Representantes decide quem será o novo
líder governamental dos EUA.
14 - A
posse presidencial ocorre em 20 de janeiro de 2017.
Fonte: EBC-Noticias
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
ELEIÇÕES 2016 - SEGUNDO TURNO
Eleições 2016.
A eleição em Porto Alegre terá segundo turno na eleição para
prefeito. Os candidatos Nelson Marchezan Jr.(PSDB) e Sebastião Mello(PMDB)
estarão na disputado a prefeitura.
Prestemos muita atenção no que eles prometem e qual deles tem condições de
efetuar suas promessas.
“O QUE FOI PROMETIDO DEVERÁ SER CUMPRIDO”
Este deveria ser o lema de todos os eleitores brasileiros,
quando partimos para uma nova eleição, sempre ouvimos dizer que, devemos cobrar dos
nossos candidatos o cumprimento das promessas de campanha, mas passado algum tempo
o povo se esquece delas e até mesmo em quem votou, e o candidato sabe e aposta
nisso, tanto que na sua maioria muda o discurso logo após assumir o poder.
Não podemos culpar somente a classe política, por tudo vem ocorrendo
em nosso país, pois temos grande parte da culpa, por escolher errado e não
exercer o poder de cobrar as medidas prometidas. Agora no segundo turno fica
mais fácil de ouvir e interpretar o que eles prometem e prestar muita atenção
para cobrar muito, não dar refresco Político não pode ter vida fácil, deve
prestar contas a população, e cabe a nós eleitores cobrar deles.
Sergio Amaro
Acadêmico de Direito
terça-feira, 13 de setembro de 2016
ILB Senado Federal
Acesse: Portal do Senado Federal
INSTITUTO LEGISLATIVO BRASILEIRO (ILB)
Escola de Governo do Senado Federal
Cursos abertos e sem custo com certificado para
a comunidade legislativa e cidadãos.
Cursos que podem auxiliar em suas atividades complementares na
Instituição de Ensino Superior
O Sucesso na Advocacia
O Cliente
quer Valor, e não Preço.
Manual do Advogado de Sucesso
É preciso distinguir preço de
valor e saber interpretar aquilo que o cliente procura. Você vai descobrir que
a estratégia de preços baixos não é melhor caminho.
Baixar o
preço para aumentar a clientela e não perder mercado para a concorrência não é
uma receita que significa sucesso. É preciso saber até onde o preço é um fator
determinante para o cliente. O mais
certo é que a prática de preços baixos é a estratégia dos desesperados, usada
por quem não tem mais nada para oferecer. A idéia de concorrer no mercado por
meio de menores preços pode levar muitos escritórios a fechar as portas.
A estratégia falha porque, além de preços, existem outras coisas que o cliente quer e está disposto a pagar.
Existem duas tendências indiscutíveis no mercado, que são um padrão de qualidade de serviços cada vez maior e um preço cada vez mais compatível. Quem não se antecipar ficará as margens do mercado. À medida que o mercado fica mais competitivo e o cliente mais consciente, maior será a pressão por um melhor serviço (qualidade) a um preço mais adaptado à realidade. O importante é saber qual a prioridade do cliente, o fator decisivo na hora da contratação, preço ou qualidade?
A resposta não descarta nenhum dos fatores, mas envolve ambos. O cliente de hoje busca VALOR.
O valor é resultado direto da relação entre qualidade e preço. A decisão do cliente é baseada numa análise de valor, tenha ele consciência disso ou não. E quando se avalia o valor, leva-se em consideração a qualidade do serviço e o preço cobrado por ele. O aspecto da qualidade será avaliado, para uma primeira contratação, levando-se em consideração a recepção deste novo cliente, o ambiente em que se encontra e o nível de atenção que lhe é despendido. Em um segundo momento, o que vai importar é o atendimento recebido durante a essa demanda, seja pela manutenção da atenção inicial, pelo fornecimento satisfatório de informações e pelo tempo que lhe tenha sido direcionado.
Ninguém, por mais carente que seja de atributos para julgamento, deixa de decidir pela melhor opção para si próprio, sendo esta aquela de maior valor. É isso que todos fazem, nem sempre da maneira mais correta, mas da melhor do ponto de vista de quem está decidindo.
No final, todos sempre buscam decidir pelo serviço que tenha um maior valor agregado.
Essa idéia de argumentar e vender “valor” exige do profissional uma nova competência: fazer com que o cliente possa enxergar o “valor” em seus serviços. O Cliente está disposto a pagar mais caro por um produto ou serviço, desde que reconheça um maior valor agregado. Aqui reside uma fantástica oportunidade para bons profissionais que vendem seus serviços.
Vender valor é um desafio para bons escritórios, aqueles que não ficam paralisados diante de um simples argumento de menor preço.
Dessa forma, antes de vender “preço”, experimente vender “valor”. Preço qualquer um pode vender, mas valor não. Para vender valor, é necessário estar preparado e conhecer as necessidades do cliente.
A estratégia falha porque, além de preços, existem outras coisas que o cliente quer e está disposto a pagar.
Existem duas tendências indiscutíveis no mercado, que são um padrão de qualidade de serviços cada vez maior e um preço cada vez mais compatível. Quem não se antecipar ficará as margens do mercado. À medida que o mercado fica mais competitivo e o cliente mais consciente, maior será a pressão por um melhor serviço (qualidade) a um preço mais adaptado à realidade. O importante é saber qual a prioridade do cliente, o fator decisivo na hora da contratação, preço ou qualidade?
A resposta não descarta nenhum dos fatores, mas envolve ambos. O cliente de hoje busca VALOR.
O valor é resultado direto da relação entre qualidade e preço. A decisão do cliente é baseada numa análise de valor, tenha ele consciência disso ou não. E quando se avalia o valor, leva-se em consideração a qualidade do serviço e o preço cobrado por ele. O aspecto da qualidade será avaliado, para uma primeira contratação, levando-se em consideração a recepção deste novo cliente, o ambiente em que se encontra e o nível de atenção que lhe é despendido. Em um segundo momento, o que vai importar é o atendimento recebido durante a essa demanda, seja pela manutenção da atenção inicial, pelo fornecimento satisfatório de informações e pelo tempo que lhe tenha sido direcionado.
Ninguém, por mais carente que seja de atributos para julgamento, deixa de decidir pela melhor opção para si próprio, sendo esta aquela de maior valor. É isso que todos fazem, nem sempre da maneira mais correta, mas da melhor do ponto de vista de quem está decidindo.
No final, todos sempre buscam decidir pelo serviço que tenha um maior valor agregado.
Essa idéia de argumentar e vender “valor” exige do profissional uma nova competência: fazer com que o cliente possa enxergar o “valor” em seus serviços. O Cliente está disposto a pagar mais caro por um produto ou serviço, desde que reconheça um maior valor agregado. Aqui reside uma fantástica oportunidade para bons profissionais que vendem seus serviços.
Vender valor é um desafio para bons escritórios, aqueles que não ficam paralisados diante de um simples argumento de menor preço.
Dessa forma, antes de vender “preço”, experimente vender “valor”. Preço qualquer um pode vender, mas valor não. Para vender valor, é necessário estar preparado e conhecer as necessidades do cliente.
Fonte: Site Central Jurídica
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Personalidade de um Jurista atrelada ao Sucesso Profissional
Pesquisador: Sergio Fernando
Franco Amaro
Unifin- Faculdade
São Francisco de Assis
Acadêmico de direito no 5º semestre
2016
Sumario:1 Introdução; 2 Valor ou Preço; 3
Jurista em sentido amplo;4 Personalidade nata
ou gerada;5 Conclusão; 6 Fontes.
Resumo: A atividade jurídica, ao primeiro
olhar parece um ambiente frio, pratico, justo ou injusto, pragmático, mas não
deve ser assim. O Jurista de sucesso é aquele que tem a personalidade adequada
para a profissão. A lealdade, a fidelidade, a ética, a justiça,a
emocionalidade, e o amor pela atividade. A distinção do Valor em relação a o Preço
na conseqüente prestação de qualidade, são as metas a serem perseguidas.
Summary:
The legal activity, at first glance looks like a cold environment, practical,
fair or unfair, pragmatic, but it should not be. The success of Jurist is one
that has the right personality for the job. Loyalty, loyalty, ethics, justice,
emotionality, and love for the activity. Distinguishing value in relation to
the price in the consequent provision of quality, are the goals to be achieved.
1 Introdução:
O presente
estudo, fruto de ampla pesquisa, tem a finalidade de trazer a discussão um tema pouco abordado, que é o
sucesso de uma carreira jurídica intimamente ligada à personalidade do
indivíduo.
Filosoficamente
há uma indagação central, que interessa também aos estudiosos do Direito. Não
há como contentar-se com uma definição estática do que seja o homem (entendido
no sentido amplo).Nesse sentido, sendo indispensável ao jurista buscar o
conhecimento a respeito do que seja o homem, necessária se faz a proximidade ao
conceito de personalidade.
A oposição
entre a máscara teatral e a essência individual de cada ser humano veio a ser
denominada com o termo personalidade,
que passou a designar a essência evolutiva do ser humano resumida num processo
de contínua transformação, dado que cada pessoa é um sujeito em processo.
2 Valor ou Preço
Para o prestador de serviços jurídicos particulares o preço do serviço
baixo para aumentar a clientela e não perder mercado para a concorrência não significa
sucesso. Até onde o preço é um fator determinante para o cliente.
A prática de preços baixos é a estratégia dos desesperados, usada por quem tem pouco ou não tem mais nada para oferecer. Essa ideia pode levar muitos escritórios a fechar as portas, pois além do preço existem outras coisas que o cliente está disposto a pagar para ter uma contraprestação eficiente.
Um padrão de qualidade de serviços cada vez maior e um preço cada vez mais compatível, a medida que o mercado fica mais competitivo e o cliente mais consciente, maior será a pressão por um melhor serviço (qualidade) a um preço mais adaptado à realidade. Qual a prioridade do cliente, preço ou qualidade, é o fator decisivo na hora da contratação?
A prática de preços baixos é a estratégia dos desesperados, usada por quem tem pouco ou não tem mais nada para oferecer. Essa ideia pode levar muitos escritórios a fechar as portas, pois além do preço existem outras coisas que o cliente está disposto a pagar para ter uma contraprestação eficiente.
Um padrão de qualidade de serviços cada vez maior e um preço cada vez mais compatível, a medida que o mercado fica mais competitivo e o cliente mais consciente, maior será a pressão por um melhor serviço (qualidade) a um preço mais adaptado à realidade. Qual a prioridade do cliente, preço ou qualidade, é o fator decisivo na hora da contratação?
A
Bíblia Sagrada afirma“Digno é o trabalhador do seu salário” (Lucas 10.7),
com essa definição sabemos que temos que ter a consciência da qualidade
do trabalho que prestamos, e se atingem os anseios do cliente para se ter a
remuneração proporcional, mas que não está se dizendo que o preço deva ser
irrisório, e necessário que seja leal e justo, sem o foco no tamanho da
remuneração, que pode ser bem alta,
acessível ou baixa.
Uma das críticas que sofrem os advogados particulares são os custos ou
elitização do preço dos seus trabalhos, que levam a população mais carente para
as defensorias públicas, onde apesar da gratuidade, também reclamam da
morosidade no andamento dos processos, mas essas críticas são tão antigas quanto
o próprio direito.
Então fica a pergunta: O que quer o cliente? seja ele com ou sem
potencial econômico.
Um preço acessível, muitas vezes baixo para a sua condição financeira? ou uma prestação de serviço de alto valor qualitativo?
Nota-se, que se fizermos uma pesquisa com pessoas ricas e pobres da
sociedade teremos a resposta de que a
qualidade é mais importante.
3 O jurista em sentido amplo
Para ser um jurista de sucesso, não basta ter conhecimento
técnico-profissional, é preciso ter qualidade interior, vinda da sua
personalidade que deve ter em primeiro lugar a aptidão para ramo de negócio,
caso contrário essa prestação nunca terá a qualidade que deveria ter,
provavelmente índices próximos dos 60,70, e até 80%. Mas ainda faltará algo
para atingir a expectativa do cliente. Seja ele um profissional privado ou
público.
4 Personalidade nata e gerada
O ideal é que o jurista já nasça com uma personalidade própria para a
profissão, mas há a possibilidade de formar um perfil, atingir grandes
objetivos quando existir o amor pela profissão, por mais difícil, controversa,
criticada, e concorrida que seja o ramo
de trabalho do jurista. A formação psicológica e emocional de um jurista está
baseada nas experiências que terá ao longo da vida, incluído o período de
estudos e trabalhos efetivos que realizar. Deve haver uma sintonia entre a
técnica, a personalidade e a emoção de sentir-se realizado com o seu produto.
Acredito que em outras carreiras, também é primordial ter uma
personalidade identificada com o ramo de trabalho exercido.
5 Conclusão
Para Kant,
todo ser dotado de razão tem capacidade moral e não necessita de nenhum código
ditado pela filosofia ou qualquer outro sistema de regras para conhecê-la e
decidir-se pelo bem ou pelo mal. Nesse ponto aproxima-se da ética socrática,
segundo a qual a virtude está dentro de cada ser humano, bastando ("revelá-la")
para que seja praticada.
Aristóteles
divide os fenômenos da personalidade em três:
a) Estados afectivos ou afecções (apetite, cólera, medo, audácia, desejo, alegria, amizade, ódio, saudade, inveja, piedade – inclinações da alma que co-envolvem prazer ou desprazer);
b) Faculdades – aptidões ou capacidades para experimentar as afecções (do grupo a): por exemplo, a capacidade para experimentar a piedade, a inveja ou a cólera;
c) Disposições– o próprio comportamento concreto que tenhamos, bom ou mau, rela-tivamente às afecções. O exemplo é o da cólera: se nos abandonamos a ela ou a expe-rimentamos violentamente, a nossa cólera é má; já poderá ser boa se a vivemos com moderação (o que implica também adequação ao momento, proporcionalidade, etc.).
Estes pontos
são importantes para nosso estudo, pois mostra o entendimento de um dos mais
célebres filósofos já existentes que contribui muito para nosso tempo.
É preciso
refletir se queremos ser um bom jurista ou jurista de sucesso, para isso é
preciso saber a diferença de entre o Valor e o Preço, o valor está diretamente
relacionado com a qualidade da sua prestação, enquanto que o preço está ligado
a avaliação ou retribuição à sua prestação.
6 Fontes
Livro ideia
de Justiça em Kant - 3ª edição-Editora: Del ReyAutor: Joaquim Carlos Salgado
http://hottopos.com/rih8/pfc.htm
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